Que minha mãe não leia, AMÉM!

Daí você era a Santinha da classe, daquelas que sonham com um Conto de Fadas. Fez vinte, mudou o cabelo e entrou na faculdade. Conheceu Jack Daniel’s e ele virou seu novo Príncipe Encantado.

Telefonema

telefonema

Ah, as danadas das armadilhas que nossa própria imaginação arma em meio a um caminho besta de tão simples! Um telefonema inesperado que seja é motivo para uma ratoeira delicadamente posta na cabeceira da cama. A “não-ligação”- ou um sinal de fumaça, oras, seja criativo!- no entanto, o faz acordar em um calabouço de pesadelos. Faz com que se criem mil e uma histórias diferentes, sendo a maioria regada de muito álcool, música e peitos que fizeram com que sua rota fosse mudada- aceite, em nenhuma delas você estava cansado e pegou no sono, seria simples e inofensivo demais. Você já me parece bem grandinho, não é mesmo?! Acreditem, dedos presos a uma ratoeira são um problema bem menor do que ter que se justificar de todas as festas que pode ter ido, de todos as mulheres com quem pode ter saído e de por que cargas d’água você mentiu todas as vezes em que disse, olhando no olho, com seu ar meio tonto e a voz rouca aquele simples e inesquecível  “eu te amo”. Correr esse risco é estupidez. Fazer-se presente, mesmo de longe, não dá margem para devaneios. Já a ausência…

                  Nai Braga

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This entry was posted on 11 de Junho de 2014 by and tagged , , , , .

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